DIFERENTES ATIVIDADES
Inspirado nos blogs educacionais existentes na NET, este é dedicado a educação. Nele é possível encontrar atividades, avaliações, textos pedagógicos, planejamentos, dicas de bons livros, slides,LIBRAS, músicas ao vivo pela Rádio Interativa e diferentes textos do contexto educacional. Há também textos de cursos de formação pedagógica. Aproveitem!
sábado, 22 de março de 2014
Projeto Alimentação
Saudável
1º Ano séries iniciais
Justificativa
O presente projeto
tem como objetivo abordar, discutir e trabalhar assuntos relacionados à
alimentação saudável no1º Ano A e B da Escola Municipal Cristalino, ampliando o
conhecimento dos alunos do quanto é necessário uma boa alimentação.
Objetivos Específicos
Ø Incentivar os bons
hábitos alimentares;
Ø Identificar as
preferências alimentar dos alunos;
Ø Conscientizar os
alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos;
Ø Reconhecer os
alimentos que faz bem à nossa saúde;
Ø Identificar cores,
textura e os diferentes sabores dos alimentos.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
PROJETO REFORÇO
ESCOLAR
APRENDENDO A APRENDER
INTRODUÇÃO
“A educação é direito de todos e dever do estado e da família, será
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho.” (Constituição da República Federativa do Brasil,
1988)
Como nos garante a Constituição e como educadores, devemos oferecer algo
a mais do que já é ofertado em sala de aula, ou seja, como o reforço é
individualmente ou em pequenos grupos, então faz-se necessário adotarmos
metodologias diferenciadas. Como nos lembra SAVIANI , a dosagem de conteúdos em qualquer situações
de ensino-aprendizagem também trabalha idéias, hábitos, valores, convicções,
técnicas, símbolos etc. E, claro, sem fugir do currículo.
A metodologia é como uma carta na
manga que diferencia a forma de ensinar aprender.
Do que os pais protegem seus filhos?
"Para compreender os pais, é preciso ter filhos."
Sofocleto
Atualmente venho me
preocupando com a educação de crianças e principalmente dos adolescentes que
acompanho diariamente no ambiente de trabalho. Passo muito tempo a pensar na
forma, pela qual está processando a educação. Mas para isso, não posso me ater
na educação atual sem passar pela historia da educação de nossos país e mesmo
pela maneira de como se passou a nossa educação. E não precisamos ir muito
longe, é só pensar em alguns anos atrás, onde a educação estava centrada no
respeito e nos valores.
Se formos adentrar no
assunto iremos passar pela Educação egípcia e Chinesa que marcaram época pelo
tradicionalismo e o respeito à cultura de seu povo.
M as falando de Brasil,
muitos pais não sabem como proceder perante a fala ou um pedido do
filho. Quando o filho chega até os pais, em alguns casos, faz uso de
ameaças, chantagem e até mentiras para conseguirem o que quer. Para evitar
aborrecimentos, fingem ser enganados para não tomar autoridade sobre o seu
filho, ou seja, não brigar. Para proteger o filho, libera geral ou protege
demais, sem saber se o filho corre ou não o risco, mesmo estando sob a
proteção dos pais e familiares. Se a escola convoca os
pais para falar sobre o comportamento do filho, eles não acreditam e até pensam
que a escola está exagerando. Muitas vezes falam na frente do filho que são
super amigos e que sabe de todas as atitudes cometidas pelo ele, e
continua apoiando as atitudes do filho,
e virando as costas para escola. Com a pretensão de proteger os filhos da
escola, mas a escola não consegue proteger o filho das ingenuidades dos
pais. Muitas vezes os pais de forma inconsciente não
enxergam o perigo que ele mesmo transmite ao filho, ao deixar de acreditar nas
observações feitas pela escola. Pois existe um ditado que nos faz refletir, “onde
há fumaça tem fogo” . É melhor acabar com a fumaça
enquanto é tempo. Se não o fizermos corre-se o risco de mais tarde não se
apagar e até alastrar por um caminho sem volta.
Esses fatos nos
angustiam, pois os pais além de não está presentes ainda pouco apoiam a escola,
pelo contrário, só as falas dos filhos já os tornam capazes de denunciar profissionais
de Educação. Tentando proteger o
filho de uma instituição que está do lado do aluno, mas
que não pode e não deve apoiar as atitudes errôneas desse aluno.
Do que os pais
protegem seus filhos?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
AFINAL, O QUE É INCLUSÃO?
Antes de mencionar sobre o que os sistemas de ensino têm de garantir aos alunos portadores de necessidades especiais, é necessário falar sobre a educação especial. Este é um processo educacional definido em uma proposta pedagógica, assegurado por um conjunto de recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todos os níveis, etapas e modalidades da educação.
A Lei 9.394/96 garante atendimento educacional especializado e gratuito. Mas, a oferta do atendimento especializado, no âmbito da rede regular de ensino, embora já tenha melhorado muito, ainda continua a desejar, pois alegam que a escola não está adaptada ou que os professores ainda não estão preparados para receber alunos que necessitam de atendimento educacional especializado.
Portanto, ao analisar a educação especial em nossas instituições vamos nos deparar com uma situação triste. Pois mesmo que a LDB esteja em vigor a tantos anos, as instituições ainda estão longe de atender a essa classe de alunos, como deveria, ainda perdura a falta de infra-estrutura e também de profissionais qualificados para a área. Os alunos portadores de necessidades educacionais especiais ainda estão à margem da educação. E não é a instituição escolar em si a culpada, mas o próprio sistema, que garante e na realidade não cumpre. Que pode proporcionar as condições necessárias, como salas adequadas e profissionais habilitados, mas pouco se faz. Aliás faz, marketing da inclusão.
São muitos os desafios e obstáculos a serem enfrentados, mas o inaceitável é saber que estarmos no século XXI e ainda ver que existe tantas pessoas com necessidades especiais que estão muitas vezes freqüentando a escola regular, mas somente por freqüentar e o pior sendo excluído ao invés de incluído.
O que há de certo é que todas as escolas devem acomodar todas as crianças independentemente de suas condições físicas, intelectuais, emocionais, lingüísticas, ou outras. Devem incluir crianças deficientes e superdotadas, crianças de rua, crianças de origem remota ou de população nômade, crianças pertencente às minorias lingüísticas, étnicas ou culturais e crianças de outros grupos em desvantagem ou marginalizadas.
Sendo assim, o ensino inclusivo deve ser desafiado e incluído de verdade com êxito e eficácia no ensino regular. Dessa forma, faz se necessário, deixar a utopia de lado e encarar a inclusão de frente, pois há inúmeras crianças/pessoas com necessidades educacionais especiais que além de ter seus direitos garantidos em leis ainda precisa de você.
Portanto, só sabe o que é inclusão, aquele que sente na pele o desejo de ver seu filho ou ente querido sendo incluído e com seus direitos garantidos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
AFINAL, O QUE É DISLEXIA?
A maioria das pessoas pensa que a dislexia faz com que alguém veja palavras ou frases de forma inversa, ou que induz a pessoa a trocar a letra "b" pela "d". Mas isso é só uma das formas de dislexia conhecidas, no caso a fonética.
A dislexia, também conhecida como distúrbio do desenvolvimento da leitura, afeta a capacidade da pessoa de compreender a linguagem escrita ou a oral e, em alguns casos, ambas. Em outras palavras, é um distúrbio geral de aprendizado, relacionado à linguagem. Tarefas e atividades que nos são familiares, como escrever uma lista de compras, ler o jornal ou um livro, podem ser problemáticas para as pessoas disléxicas. Estudos recentes sugerem que entre 15% a 20% da população tem algum tipo de deficiência de leitura e, nessas pessoas, cerca de 85% têm alguma forma de dislexia.
Embora as doenças do cérebro possam causar a dislexia e outros distúrbios de leitura como discalculia e disgrafia, pesquisas médicas indicam que, para a maioria das pessoas, estes são resultados de uma disfunção (e não doença) do cérebro. Estudos de imagens de cérebros mostraram que os cérebros dos disléxicos se desenvolvem e funcionam diferentemente dos cérebros de pessoas que não são disléxicas. Além do mais, a dislexia pode ser herdada. Em muitos casos, descobre-se que um ou ambos os pais de uma criança disléxica também sofrem desse distúrbio de aprendizado.
A dislexia afeta um grande número de pessoas. Ela pode se manifestar de várias maneiras de pessoa para pessoa. Alguns sinais comuns que devem ser pesquisados em crianças mais novas, são:
Os diferentes estudos já realizados neste âmbito e de dados colhidos na área da surdez, pode-se sistematizar algumas das principais características da escrita, valendo da análise de diversos textos de alunos surdos, em diferentes níveis de escolarização. Exemplificando casos mais comuns, considerados problemáticos nas produções escritas:
ORTOGRAFIA: geralmente, a escrita dos surdos apresenta boa incorporação das regras ortográficas, facilitada por sua excelente capacidade visual para memorização das palavras, exceto nas questões de acentuação – que dependem do domínio da tonicidade à oralidade (entonação, ritmo, fluxo da fala, etc.), ambos os processos dependentes da audição. O que poderá acontecer é que, por memorizar as palavras em sua globalidade e não a partir de sua estrutura fonética, aconteçam trocas nas posições das letras, tais como:
Frime (firme) Barisl (Brasil)
froi (frio) perto (preto)
froi (frio) perto (preto)
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